No
mês de setembro, fui à Aparecida visitar ao Santuário Nacional. Esse ano se
comemora 300 anos do encontro da imagem pelos pescadores no rio Paraíba do Sul.
No
dia da visita, fiquei impressionada com a quantidade de pessoas que lá estavam,
devido as comemorações que se iniciaram no ano passado. Meu tempo por lá se
resumia naquela tarde de sábado. Estava com minha mãe e minha tia, mas nos
desencontramos logo no início. Então, sozinha tracei um roteiro imediato.
Decidi
que a primeira coisa a se fazer era ir ver a imagem. Logo, entrei na fila que
estava enorme e já fui tecendo minhas orações. Essa era minha segunda
experiência na casa da Mãe e senti a mesma coisa da primeira vez que fui, há
alguns anos atrás. Você vai, agradece, está diante a imagem, mas sai como se já
tivesse que voltar. A sensação é que vamos, cumprimos nossa promessa, fazemos
uma prece, expressamos nossa gratidão, entretanto ainda é preciso voltar.
Acredito que ninguém se contenta em estar ali por alguns segundos. Queremos
ficar perto da Mãe!
Em
seguida, fui à uma lojinha, comprei velas e fui a Capela das Velas, agradecer e
pedir. Feito isso, fui à Sala das Promessas mergulhar nas histórias contadas
por lá. Como uma boa devota, me rendi também aos papeizinhos e lá estava eu
mais uma vez, pedindo e agradecendo.
Posteriormente,
compareci à Santa Missa. Finalizada a celebração, não resisti e mais uma vez
estava eu na fila para visitar a imagem de Nossa Senhora Aparecida. Como disse
no começo, nunca saciamos à vontade de estar diante a imagem. Na fila ao lado
da qual eu estava, algumas senhoras começaram a comentar e a procurar o nome
das figuras de mulheres bíblicas pintadas na parede e eu não pude deixar de
ouvir quando falaram da pintura de Raquel, que remete a história contada na
Bíblia Sagrada. Eu jamais havia prestado à devida atenção as pinturas das vezes
que lá estive. Confesso que fiquei muito emocionada e feliz. Era como se a Mãe
me afirmasse que caminha comigo, lado a lado.
Assim
como os pescadores, já passei por experiências incríveis com Nossa Senhora. Um
fato que também gostaria de compartilhar aqui, aconteceu em 12 de outubro de
2014. Meu pai, Valdomiro, estava
internado há dias no CTI do Hospital Biocor, em Belo Horizonte, lutando contra
as consequências de um infarto cardíaco. Ele já não sabia das horas, dos dias e
talvez não tivesse mais muita noção do motivo de estar em um leito de hospital.
Os médicos, eu e minha família o poupamos de lhe informar a gravidade do
quadro. Era meio dia, quando eu e minha irmã mais nova entramos no CTI para uma
visita, após uma crise que o deixou por algum tempo em ventilação mecânica. As
enfermeiras estavam lhe retirando a máscara. Alguns minutos depois, ele já
conseguia conversar e a primeira coisa que nos falou foi: “Eu tive um sonho com
Nossa Senhora Aparecida. ” Então eu o perguntei se ele sabia que dia era e ele
respondeu que não. Logo, lhe contei: “Hoje é dia 12 de outubro. Dia de Nossa
Senhora Aparecida. ”
Esse
foi o último dia que escutei a voz do meu pai. Passadas quatro horas da visita,
ligaram do hospital dizendo que ele havia piorado. Daí em diante, ele
permaneceu entubado, sedado e acordou somente uma semana depois, mas sem
condições de conversar. Acordou para se despedir. Faleceu no dia seguinte.
Tenho
a absoluta certeza que a Mãe está comigo, conosco e com meu pai.
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